06 maio 2011

Brasil e Alemanha vão cooperar nos estudos de aceleração de partículas

Brasil e Alemanha assinaram um acordo de 5 de acordo científico e tecnológico pelo qual se comprometeram a colaborar em estudos de tecnologia de aceleração de partículas com aplicações nas áreas da saúde e da eletrônica. 

O acordo foi assinado durante a reunião que o presidente da Alemanha, Christian Wulf, esteve em Brasília com o presidente brasileiro, Dilma Rousseff. 

O acordo permitiria ao Brasil a explorar a tecnologia alemã para construir um novo acelerador de partículas para o estado Laboratório Nacional de Luz Síncrotron (LNLS), disseram fontes do Ministério da Ciência e Tecnologia. 

Este laboratório, localizado na cidade de Campinas, funciona a única fonte de luz síncrotron na América Latina, conhecido como aceleradores de partículas do tipo circular que usa a radiação gerada como uma fonte de alta energia de raios-X aos materiais de estudo ou de proteínas. 

O documento assinado hoje permitirá que os estudos de luz síncrotron são intensificadas no Brasil através de um intercâmbio de conhecimentos, práticas, cientistas, estudantes e equipamentos para a Alemanha, segundo um comunicado do Ministério da Ciência e Tecnologia. 

Este acordo mostra que a ciência e tecnologia dos dois países possam crescer juntos. Temos áreas de interesse comum e de profissionais qualificados", disse o ministro da Ciência e Tecnologia, Aloizio Mercadante, em declarações que ele deu aos jornalistas após a cerimônia assinar o documento. 

Os termos de cooperação entre os dois países na área de aceleração de partículas começaram a ser negociados em abril, quando Mercadante fez uma visita à Alemanha para visitar o Deutsches Elektronen-Síncrotron (DESY), um centro de estudos em física de partículas. 

O então ministro expressou o desejo da comunidade científica brasileira para estudos conjuntos na área com investigadores europeus. 

Em dezembro passado, o Brasil já solicitou oficialmente a sua admissão como membro associado da Organização Européia para Pesquisa Nuclear (Cern), a instituição responsável pelo projeto ambicioso do Large Hadron Collider. 

Esta parceria permitirá que pesquisadores brasileiros possam estudar na prestigiada instalações do Centro Europeu, um dos estudos do mundo da física mais avançada.

O novo acelerador de partículas projetadas pelo Brasil, a terceira geração, aumentar as oportunidades de investigação em áreas como o LNLS nanociência, nanotecnologia, biologia molecular e estrutural, materiais avançados e energias alternativas. 

A nova fonte brasileira, chamada de Sirius, já está em desenvolvimento, a idéia é que ele pode operar com energia de 3 GeV (gigaelectrones por volt), permitindo que você execute ao mais alto nível de acelerador de partículas circular no mundo, como o Diamond (Reino Unido), Soleil (França) e Nacional de Luz Síncrotron Fonte (Estados Unidos). 

O novo anel, que custará aproximadamente US $ 200 milhões, serão 146 metros de diâmetro e leve uma faixa de freqüência mais ampla vigas.

Um comentário:

  1. "com 'O' presidente brasileiro, Dilma Rousseff."
    LOL haha, pode nao parecer mas Dilma é mulher ok?? heheh

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